ortodontia

Quais são os diferentes tipos de ortodontia?

A ortodontia está normalmente relacionada à correção dos dentes por meio do uso do aparelho. Porém, essa área da odontologia está na verdade voltada para a prevenção de problemas ortodônticos no geral, assim como problemas nos ossos do maxilar. Ela é dedicada à identificação de disfunções para que possam ser tratadas rapidamente, evitando possíveis agravamentos.

Tendo em vista sua atuação, a ortodontia também acaba contribuindo para um crescimento e desenvolvimento mais harmonioso da face. Seus especialistas cuidam da oclusão e do alinhamento dos dentes, algo importante para a funcionalidade, mas as contribuições estéticas são inegáveis.

A área é dividida em três subáreas, cada uma dedicada a procedimentos específicos: preventiva, interceptativa e corretiva (também conhecida como tradicional).

Neste blog, veremos um pouco sobre cada uma delas. Confira!

Ortodontia preventiva

A ortodontia preventiva, como podemos notar pela sua denominação, previne o surgimento de problemas de oclusão, bem como possíveis complicações decorrentes. Assim, pode-se evitar a necessidade desde o uso de aparelhos até a realização de cirurgias para correção do maxilar.

Porém, por ser um ato preventivo, é preciso colocá-lo em prática durante a infância, quando a criança ainda possui dentes de leite. Só assim o resultado pode ser satisfatório. Afinal, dessa forma é possível supervisionar e fazer o que for necessário para o crescimento adequado dos dentes permanentes.

Mas esse tipo de ortodontia não se dedica exclusivamente a uma prática direta. Ela também pode ter como objetivo educar, para que o paciente abandone hábitos ruins que podem levar a problemas no alinhamento dos dentes. Como, por exemplo, o uso de chupetas.

Além disso, o profissional também pode identificar disfunções que interferem no desenvolvimento da arcada dentária. Ainda que não possam ser tratadas em um consultório odontológico. Alguns exemplos são problemas de dicção, no qual a criança pode pressionar a língua contra os dentes, ou respiratórios, que fazem a criança respirar pela boca e prejudicar a angulação da arcada.

Quando problemas como esses são diagnosticados, é imprescindível que a criança seja imediatamente encaminhada para um especialista, como fonoaudiólogos ou otorrinolaringologistas. Nesse caso, o tratamento será não apenas odontológico, mas multidisciplinar.

Existem diversas formas pelas quais o tratamento preventivo pode ser feito, tais como:

  • acompanhamento da troca dos dentes de leite pelos dentes permanentes;
  • aplicação de aparelhos ortodônticos espaçadores para garantir que o espaço deixado pela queda do dente de leite seja mantido;
  • extração de dentes de leite antes que caiam por conta própria, para tornar mais fácil o crescimento e correto posicionamento do dente permanente;
  • tratamento da cárie em dentes de leite, para que não caiam precocemente, o que poderia prejudicar o futuro desenvolvimento da arcada dentária;
  • inserção de expansor palatino, voltado para arrumar a largura do céu da boca ou corrigir falhas causadas por maus hábitos.

Ortodontia interceptativa

A ortodontia interceptativa, por sua vez, tem como foco o tratamento de problemas de oclusão que podem vir a prejudicar significativamente tanto o funcionamento quanto a estética dos dentes.

A mordida cruzada, por exemplo, é bastante frequente e requer em muitos casos a ação da ortodontia interceptativa. Através do tratamento precoce, é possível controlar a oclusão, para que ela progrida como se deve. Isso é importante, inclusive, para manter a saúde periodontal.

Caso o tratamento não seja feito rapidamente, há o risco de ocorrer complicações, como a perda de comprimento do arco dentário.

O tratamento interceptativo pode ser feito utilizando diversos tipos de aparelho, tais como:

  • plano inclinado fixo em resina acrílica;
  • plano inclinado individual constituído de banda metálica e resina fotopolimerizável;
  • placa removível com molas digitais;
  • arco palatino ativo.

Escolher por usar um aparelho específico dependerá do caso particular de cada paciente. Crianças, por exemplo, costumam dar um pouco de trabalho quando se trata de tratamentos dentários. Então, nesse caso, o aparelho fixo é muitas vezes a melhor opção.

Ortodontia corretiva

Por fim, a ortodontia corretiva é a subárea mais conhecida. Ela é destinada à correção do alinhamento e da oclusão dental por meio do uso de aparelhos. Sejam eles fixos ou móveis. Graças a eles, os dentes e os ossos do maxilar podem ser movidos gradativamente até o posicionamento desejado. Isso, como já sabemos, soluciona problemas funcionais (como má oclusão ou apinhamento) e ainda contribui para a harmonização facial.

Atualmente, existem diversas opções de aparelhos. Por isso, mesmo os adultos que não gostam da ideia de ter algo muito visível no sorriso, conseguem realizar o tratamento corretivo mais facilmente. Já que temos aparelhos transparentes, por exemplo.

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